Nunca me passaria pela cabeça a ideia de Durão Barroso como prémio Nobel da Paz, mas passou pela de Ramos Horta segundo este artigo do Público.
Após os fatídicos acontecimentos de 12 de Novembro de 1991, o recém ministro dos Negócios Estrangeiros Durão Barroso foi um incansável defensor da Independência de Timor no panorama politico internacional, Ramos Horta por seu lado era o representante exilado da causa Timorense, logicamente trabalharam juntos pela independência, são portanto conhecidos de longa data e nutrem uma simpatia mutua. Ora com um apoio de 63 milhões de euros a ajudar o país mais pobre do mundo é natural que o seu presidente queira retribuir com o a honra máxima que conhece, o prémio que ele próprio ganhou em 1996.
Após os fatídicos acontecimentos de 12 de Novembro de 1991, o recém ministro dos Negócios Estrangeiros Durão Barroso foi um incansável defensor da Independência de Timor no panorama politico internacional, Ramos Horta por seu lado era o representante exilado da causa Timorense, logicamente trabalharam juntos pela independência, são portanto conhecidos de longa data e nutrem uma simpatia mutua. Ora com um apoio de 63 milhões de euros a ajudar o país mais pobre do mundo é natural que o seu presidente queira retribuir com o a honra máxima que conhece, o prémio que ele próprio ganhou em 1996.


